
O Brasil é característico por ter peculiaridades próprias. Em cada lugarzinho do território existe uma tradição, um costume ou marca idiossincrática de uma região. Sempre que se tenta lembrar de algum traço importante, vem logo a cabeça a gastronomia baiana, com seus vapatás e acarajés, ou o chimarrão e o churrasco gaúcho. Entretanto, mesmo com o desconhecimento da grande maioria, inúmeros outros pontos únicos existem, o formam o retrato do País.
No interior de São Paulo, mais especificadamente em Piracicaba, um esporte que ganha cada vez mais adeptos foi desenvolvido na própria cidade, por um morador local. Joaquim Bueno de Camargo, mais conhecido como Quim, criou o Quimbol, modalidade que funde técnicas do vôlei, tênis e futebol.
Em uma quadra com as mesmas dimensões das de vôlei, o jogador empunha uma raquete própria para o desporto, que juntamente de outros três parceiros forma um time, duelando contra outros quatro atletas noutro lado da rede.
Com regras próprias que lembram os dos esportes baseados, o Quimbol desenvolve o trabalho em equipe, que pode fazer até três toques antes de passar a bolinha, de espuma, para o outro lado.
Embora poucas pessoas conheçam, o esporte começa a tomar conhecimento de outras praças, já que esta sendo oficialmente apresentada durante os 72º Jogos Abertos do Interior, realizados na própria Piracicaba. Único esporte de raquete em equipe no mundo, o Quimbol é mais uma particularidade única e um esporte genuinamente nacional.





