
Dizem que o mundo está acabando, e a crise atual é pior que 1929. Talvez estejam certos, talvez não. Decerto o problema neste momento aponta não apenas para seu país originário, como também se expande para outras regiões do globo.
No Brasil, por exemplo, a gangorra da Bovespa nas últimas semanas deixou investidores, tanto os profissionais como os que fazem por hobby, de cabelos em pé, por não manter uma regularidade, positiva ou não.
E por incrível que pareça, a crise não atingiu apenas a terra de Macunaíma, como normalmente ocorre. Paises ricos, de primeiro mundo também sofreram os impactos do caos financeiro gerados nos Estados Unidos. A Islândia, por exemplo, passada as primeiras semanas, está praticamente sendo vendida no Mercado Livre. Fazia tempo que bolsas européias não despencavam tanto como agora. Em especial a bolsa Micex, da Rússia, que apanhou vergonhosamente até não agüentar mais a volatilidade da crise.
Passada momentaneamente, depois da história dos 700 bilhoes de dólares para apaziguar a situação, e as últimas reuniões dos G7 e G20, o mundo parece respirar mais calmo, ao menos nesta semana. A falta de regularidade das bolsas de valores faz com que até os mais ávidos jogadores de Banco Imobiliário acanhem-se perante a situação.
Pois ninguém pode afirmar que o problema passou, e agora tudo voltou ao normal. Ninguém imaginava que o que aconteceu poderia ter acontecido. E aconteceu. Então, se o dinheiro aplicado e os encontros dos homens mais poderosos do mundo não surtirem efeitos, é melhor que estejam preparados para vender seus hotéis de volta para o banco.



