
Quem nunca na vida teve algum momento de dúvida e precisou recorrer a ele? O nome de um antigo presidente, uma foto de uma catedral católico-ortodoxa iugoslava, ou até mesmo descobrir se aquela palavra tem acento. Para qualquer tipo de uso, ele sempre esteve lá para apoiar a massa necessitada de informação, e em alguns casos, desinformação também.
Afinal, até hoje as palavras mais desejadas pelos usuários são as que remetem a bandas famosas, ou personagens da vasta cultura pop que compõe nossa sociedade. Entretanto, usado para o bem, ou para o mal, o que importa é que seu poder transcendeu além do limite esperado pelos próprios criados, a tal ponto de certas pessoas criarem teorias da conspiração contra ele.
Desenvolvido nos idos de 1998, quando os então universitários Larry Page e Sergey Brin abriram numa garagem o primeiro escritório, daquilo que um dia se tornaria a grande coqueluche dos empresários e funcionários atualmente.
Com o passar dos 10 anos de vida, muitos prêmios, mudanças e novas tecnologias compuseram seu vasto cabedal de opções. Isto fez com que ganhasse novos olhares dos gigantes concorrentes, que pareciam adormecidos e despertaram furiosamente de seu sono sepulcral. E assim a guerra começou.
Diversas e inimagináveis vertentes foram tomadas pela briga, que o levou a batalhas em campos desconhecidos, como a criação de aplicativos de fácil manuseio para o usuário e programas para a navegação no vasto mundo que é a web.
Seja qual for o futuro previsto para ele, o que importa é que mudou o comportamento e o modo de pensar de uma sociedade, de maneira que se divide a história da humanidade entre antes de sua criação, e depois dela.
Talvez não seja para tanto. Todavia, num futuro próximo, seja qual for o que desejamos, ele estará lá para nos ajudar. Ou não, um dia as teorias talvez estejam certas, e seremos dominados por ele, o Google.



